segunda-feira, 7 de março de 2011

 

Gato das Botas: filme inspirado em Charles Perrault


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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

 

Era uma vez... Beastly (O Monstro / A Fera)

Baseado no livro de Alex Flinn, o filme é uma nova versão do conto de fadas francês "A Bela e o Monstro", passado na Nova Iorque contemporânea.

A Fera estreia dia 4 de Março e é + inspiração para o BiblioFilmes Festival: Viva o Livro!

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

 

Os Três Porquinhos + Jazz + Friz Freleng =

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

 

Tangled (Enrolados): Animação Musical 3D Disney baseada no Conto de Fadas Rapunzel

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

 

A Garota da Capa Vermelha: Capuchinho / Chapeuzinho Vermelho, versão Twilight / Crepúsculo, nos Cinemas em 2011




via @BiblioFilmes, + inspiração BiblioFilmes Festival - Viva o Livro!

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

 

200 anos: Parabéns, Branca de Neve!

Em 1810 os Irmãos Grimm escrevem a 1ª versão do conto de fadas (via @bookbench)
(inspiração BiblioFilmes Festival 2011)

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

 

TraiLer Pop Up: Il était une fois... Era uma vez...

...um Belo livro de Benjamin Lacombe,
... um Belo TraiLer Livro,
... uma Bela inspiração BiblioFilmes Festival 2011.

(inclui Poucette, Pinóquio, Capuchinho Vermelho, Alice no País das Maravilhas, Barba Azul, Bela Adormecida, Peter Pan)

+ inspiração BiblioFilmes Festival 2011: Viva o Livro!

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

 

Ler na cama: 10 das Histórias para dormir + sangrentas

#1 Capuchinho Vermelho
#2 Os Três Porquinhos
#3 A Bela e o Monstro
#4 A Pequena Sereia, de Hans Christian Andersen
#5 Pinóquio, de Carlo Collodi
#6: João e Maria, dos irmãos Grimm
#7 Matilda, who told lies and was burnt to death, de Hilaire Belloc
#8 Ali Babá e os 40 ladrões
#9 Barba Azul, de Charles Perrault
#10 Rumpelstiltskin, dos Irmãos Grimm

Clique no nome do conto para ler a descrição (inglês) e ver imagem ou aqui (+ inspiração BiblioFilmes Festival, Curta BiblioFilmes, categoria Contos de Fadas)

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terça-feira, 6 de abril de 2010

 

Alice no iPad das Maravilhas


+ inspiração BiblioFilmes Festival

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

 

Oscar da Academia 2010: Shortlist das 10 Curtas de Animação

Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty” é a nossa aposta para ganhar o Oscar da melhor curta-metragem de animação e + inspiração para o próximo BiblioFilmes Festival. Veja a lista completa dos nomeados em indieWIRE e aqui o filme completo em que Granny conta a sua versão do conto de fadas A Bela Adormecida à sua neta como estória para adormecer:

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

 

Alice no País das Maravilhas (do livro pop-up)


Depois do livro Peter Pan Pop-up, agora é a vez de partilhar a versão pop-up de + um clássico da Literatura Infantil, por Robert Sabuda, para Alice’s Adventures in Wonderland (Alice no País das Maravilhas). Veja + este belo trailer, + inspiração para o BiblioFilmes Festival):

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domingo, 26 de julho de 2009

 

Dia dos Avós: Ler aos Netos


Como 26 de Julho é o Dia dos Avôs e das Avós, o blogue do BiblioFilmes Festival decidiu (além dar Parabéns! a todos os avós do mundo;), celebrar e promover a data e o incentivo à leitura de livros por parte dos avós aos seus netos (ou vice-versa, ou seja, os netos lerem para os seus queridos avós:).

Se tiver conhecimento de outras iniciativas, p.f, deixe comentário que nós incluímos.

1- Leituras com avós e netos na Biblioteca Lúcio Craveiro, dia 27 de Julho, 15 horas:

Entre gargalhadas e riso, é de histórias que eu preciso", é o mote para o convívio entre avós e netos, através da leitura de histórias na Biblioteca Lúcio Craveiro, em Braga.

2. Iniciativa “O Cantinho dos Avós” na Biblioteca Municipal de Espinho:

Desde Janeiro (a Dezembro de 2009) a Biblioteca Municipal de Espinho deu iniciou a um projecto intitulado “O cantinho dos avós” em cooperação com a Câmara Municipal e com os vários lares e centros de dia do concelho de Espinho.

Pretende-se promover a participação da população sénior em várias actividades criativas e inovadoras, no seio da biblioteca, destinadas às crianças e jovens, criando um encontro entre várias gerações.

Parceiros institucionais: CME; Lar S.José; Lar S.Tiago Silvalde; St C. Misericórdia Espinho; Univ. Sénior Espinho; Ass.Social Freg. Espinho (via criar2009)

3. Fazemos ainda o destaque para este artigo de opinião bastante interessante publicado no Diário de Notícias, com ligações criadas por nós.

Ler para crescer, por Maria José Nogueira Pinto

«O Plano Nacional de Leitura decidiu encorajar os avós a lerem histórias aos netos. O certo é que avós, netos e histórias são hoje muito diferentes: a maioria dos avós ainda está numa fase activa da vida, as crianças têm o tempo preenchido por actividades várias, as solicitações são muitas e o tempo familiar mais escasso. Os livros infantis sofrem a inevitável concorrência dos desenhos animados, que passam em sessão contínua em diversos canais televisivos: alguns são medonhos e sobressaltados por sons guturais sem propósito ou sentido aparente, revelando um mundo de vencedores e vencidos, de força e astúcia despidas de qualquer virtude ou razão; outros mais não são do que formas indefinidas, num movimento lento com efeitos hipnóticos, e destinam-se certamente a adormecer bebés.

O meu estatuto de avó reiniciou-me na literatura infantil, devolvendo-me os Três Porquinhos, a Carochinha e o João Ratão mais uma razoável porção de fadas boas e más, de princesas e príncipes, de florestas e duendes e um sem-fim de historietas de duvidoso gosto, mais ao jeito dos tempos actuais. Uma infância com livros é muito importante porque cada um de nós é também o que leu e, antes de ler, no princípio de tudo, o que ouviu lido por outros: a essencialidade da natureza humana, o bem e o mal, a inevitabilidade das vicissitudes da vida, da sua finitude e da morte, o medo e a força para a aventura de crescer.

No princípio era o verbo e a palavra foi sempre a chave que abriu todas as coisas. No princípio estavam os contos dos irmãos Grimm, os contos de Perrault, as fábulas de La Fontaine e a escuridão apavorante das ilustrações de Gustave Doré. A minha mãe abominava estas histórias. Lia-nos poesia a eito, e nós repetíamos Régio, Pessoa, Almada, Sophia, ora com voz líquida de lágrimas ora com voz forte de trovão. Por causa de quem, vejo-o hoje, os contos infantis chegaram ao mesmo tempo que os versos ao meu coração e à minha cabeça, assim entrelaçados. "Mãe! Diz essa metade que tu sabes do que é necessário saber, diz essa metade que tu sabes tão bem, para eu pensar a outra metade", escrevia Almada e pedíamos nós.

O que se lê às crianças pode ser um contributo precioso para ajudar a "organizar interiormente uma história contável": apagar o medo, trazê-los do outro lado do espelho, transportá-los para o real, que deste modo é lúdico e estético e próximo. E é também ético e bom. São assim os livros como o Petit Prince, Alice no País das Maravilhas ou A Menina do Mar: durante toda a vida vamos encontrar o coelho e o seu relógio, perceber a importância enganadora de um jogo de espelhos, o gosto pelo insólito, a importância do que é diferente, o valor do cheiro da rosa ou do sabor do vinho.

No Último Suspiro do Mouro, de Rushdie, há uma passagem que descreve os trabalhos pictóricos feitos pelo artista no quarto das crianças. Quando li, percebi que o facto de Rushdie ter sido condenado a uma profunda solidão o levou a ler tudo, incluindo banda desenhada, género em que se tornou especialista. As pinturas murais soltaram-se do âmbito restrito da encomenda feita, e o imaginário infantil, na sua versão mais tranquilizante e tecnicolor, ficou para todo o sempre guardando o sono e os sonhos.

Os tempos são outros, diferentes dos da minha infância e diferentes, também, da infância dos meus filhos. Agora é preciso forçar o momento e o espaço do livro, estabelecer uma cumplicidade que justifique o refazer de rituais tão afastados desta cultura infantil assente em sons de áudio, imagens de vídeo, truques de vozes gravadas e accionadas por minúsculos botões ocultos na contracapa, reproduzindo um imaginário prefabricado que reduz a criança ao mais passivo dos personagens.

Mas se conseguirmos esse tempo e esse espaço rapidamente reconstruímos o ritual: um colo, duas mãos, duas vozes e "papéis pintados de tinta". O efeito, como pude comprovar, é mágico e vale a pena.»

E você, Caro/a avô ou avó, tem algum testemunho que também queira partilhar sobre a sua experiência como leitor ou leitora? Em caso afirmativo, pode deixar nos comentários.

(Mais inspiração para ver as fantásticas participações - 1º e 2º Volumes - do BiblioFilmes Festival e para participar na próxima edição)

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terça-feira, 17 de março de 2009

 

Capuchinho Vermelho em infografia

Muito interessante esta versão do famoso conto de fadas Chapeuzinho Vermelho, no Brasil e Capuchinho Vermelho, em Portugal. Realizado em infografia (aquela técnica que as televisões usam quando não tem imagens). Trata-se de um trabalho escolar em que era pedido que reinterpretassem o conto.


via nosololibros

(Mais inspiração para participação nos Prémios Trailer de Livros, BiblioFilmes: Livros, Bibliotecas, Acção! ou ao Curta BiblioFilmes)

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

 

Os contos de fadas são maus para as crianças?

Pelo menos é o que os pais ingleses pensam, que estórias como a
Branca de Neve e os Sete Anões, Cinderela e Rapunzel podem ser prejudiciais para as crianças. A notícia vem no Telegraph, que informa que uma sondagem realizada com 3 mil pais britânicos mostra que um quarto das mães rejeitam alguns dos contos de fadas clássicos. Ainda de acordo com o jornal, "Um terço dos pais recusou ler o Capuchinho Vermelho porque ela caminha através da floresta sozinha e encontra a avó comida por um lobo". Para a maioria, os contos de fada são histórias inocentes que definem a infância, mas alguns pais, como os que responderam ao inquérito, acham que eles são politicamente incorrectos para ler às crianças. O que é que você acha?

Aproveitámos para divulgar este filme de animação intitulado Branca de Neve encontra Rapunzel - contos de fadas fracturados:

(Mais inspiração para participação nos Prémios Trailer de Livros, BiblioFilmes: Livros, Bibliotecas, Acção! ou ao Curta BiblioFilmes, categorias Contos de Fadas e Animação)

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

 

Como fazer um livro pop-up


Quer saber como se fazem os livros pop-up? Sam Ita, um desenhador gráfico, mostra-nos como preparou o papel para o livro "20,000 Leagues Under the Sea" (uma versão da famosa obra 20 000 Léguas Submarinas, de Júlio Verne). O vídeo é acompanhado por música de Pegasus XL.

Sam Ita's 20,000 Leagues Under The Sea

Extra: outro vídeo para fazer livros ou cartões pop-up 3D:


Extra, 20 Dezembro: Os Três Porquinhos e os Segredos de um e-Livro Popup (para iPad): The Three Little Pigs and the Secrets of a Popup Book

(Mais inspiração para participação BiblioFilmes Festival: Prémios Trailer de Livros ou ao Curta BiblioFilmes).

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